quinta-feira, 27 de agosto de 2015

12 erros de gestão que destroem o seu negócio

22:53

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12 erros de gestão que destroem o seu negócio

Mau planejamento das contas, do atendimento, da equipe e do próprio equilíbrio emocional do empreendedor são exemplos de má gestão. Veja 12 erros que destroem o seu negócio.



Uma má gestão do seu negócio pode gerar inúmeros problemas dentro da empresa. A principal razão para esse erro não é certamente a falta de entusiasmo, mas sim a falta de conhecimento.

Muitas vezes, o pequeno empresário tem energia, mas acha que o conhecimento não lhe serve de nada. Mas na verdade esse é precisamente o problema. Os mais jovens conhecem melhor essa realidade, mas há alguns que acham que a escola é um lugar que não serve para nada.

Atualmente existem muitos cursos de curta duração, onde a pessoa aprende a gerenciar o caixa, aprende estratégias de marketing e aprende gestão de pessoas, entre outras coisas importantes no negócio.

O comportamento do empreendedor é também muitas vezes fonte de problemas. Por vezes, o empreendedor é otimista demais; é impulsivo e agindo demasiado enquanto planeja menos. Ou pelo contrário, pode planejar demais e ter receio de arriscar e aproveitar as oportunidades.

Preparar-se para gerir bem o negócio permite ao empreendedor evitar a "síndrome da manada": a atitude de, na hora de montar o negócio, seguir um certo plano só porque os outros fazem igual. Saiba o que é bom para sua empresa e para seu tipo de empreendimento: indústria, comércio ou serviços.

Aprender sobre gestão também pode certamente ajudar a saber o que você não deve fazer no seu negócio. Veja a seguir seguir erros muito comuns que devem ser evitados na hora de administrar o empreendimento:

1. Igrnorar o plano de negócios


Não ter um planejamento estratégico da empresa é o primeiro grande erro do empreendedor. Não saber o futuro do seu negócio afeta todas as áreas da empresa. Não ter um plano de negócios é como dizer 'estou caminhando, mas não sei para onde vou'.

O plano de negócios não serve apenas para o começo da empresa, ele deve ser continuamente revisto. Por isso, mesmo se o seu empreendimento já estiver operando, saiba que nunca é tarde para fazer um planejamento.

2. Não estudar o mercado


Na hora de acompanhar o setor em que seu negócio está inserido, olhe para três pontos principais: o cliente, a concorrência e os fornecedores/parceiros. O empreendedor deve prestar atenção em cada uma dessas relações.

É muito errado não conhecer qual o seu cliente, até porque o comportamento do cliente muda muito rápido. Uma outra falha é não analisar o concorrente: saiba o que ele está a fazer de novo e quanto isso agrega ao seu concorrente.

Por fim, estreite o relacionamento com os fornecedores. Muitas vezes, o pequeno empreendedor fica na mão do fornecedor, mas essa deve ser uma troca. Não fique apenas com um fornecedor: tenha uns dois ou três.

3. Avaliar erradamente o negócio


O entusiasmo exagerado pode fazer com que o empreendedor tenha expectativas irreais sobre o negócio, sem estudá-lo com atenção. Ele superestima a demanda e encurta o tempo da curva de aprendizagem e da sua inserção no mercado.

Como isso pode ser muito mais lento, porque há variáveis que ele não domina e ainda há melhorias a fazer no produto, esse empreendedor pode perder o negócio praia por não haver dinheiro para sustentar um fluxo de caixa menor.

Mas o contrário também acontece: alguns empreendedores subestimam o potencial da empresa. Alguns empreendedores começam a ter uma demanda superior ao que dão conta. A solução é testar a ideia na realidade, perguntando para potenciais clientes do seu negócio se eles comprariam o produto ou serviço oferecido.

4. Ignorar a necessidade do capital de giro


Não se importar com o capital de giro é não pensar nas despesas fixas que o seu negócio terá, como o aluguel de todos os meses. Essa falta de preocupação fica evidente quando o empreendedor acha que está vendendo muito, mas todos os pagamentos serão a prazo, por exemplo.

5. Ter despesas desnecessárias ao tipo de negócio


Querer, logo no inicio, ter um local comercial numa região supervalorizada ou ter máquinas com custos elevados pode ser um erro que compromete financeiramente a sua empresa. O empreendedor deve ter o cuidado de pensar: tudo o que eu vendo irá pagar os custos que terei com essas aquisições?

6. Perder o foco em épocas de crise


A empresa não vende da mesma forma como vendia noutras épocas. O que fazer? Com certeza, a resposta não é sair atirando para todos os lados e querer vender o que estiver ao seu alcance.

Num mercado competitivo, quem está focado em atender uma determinada necessidade e faz o produto de uma maneira especial terá espaço. Mas isso implica dizer não para outras coisas. Se o negócio pega qualquer coisa para fazer, perde em posicionamento e não consegue inovar da mesma forma.

7. Tratar o dinheiro da empresa como se fosse seu


Qual é o salário do dono do negócio? Se você acha que o pagamento é definido de acordo com o tamanho das suas despesas pessoais, está a fazer aquilo que se chama de "sangrar a empresa", ou seja, a cortar os ganhos do negócio na carne e a tirar mais do que deveria.

Essa falha acontece porque alguns empreendedores não conseguem perceber que são dois personagens distintos: uma pessoa física e outra jurídica. É preciso ter disciplina com o dinheiro da empresa para evitar estes problemas.

Para calcular realmente o quanto se deve ganhar, pense em quanto você pagaria para um funcionário que realiza o mesmo serviço. Se a empresa teve lucro, é hora de repartir entre o que será reinvestido e o que será guardado para emergências.

8. Querer atuar na informalidade


Outro erro financeiro é negligenciar o pagamento de impostos e de direitos trabalhistas. Querer ser informal no século 21 é uma coisa muito errada. Vivemos um mundo conectado, e não tem cabimento querer ser esperto e ter uma empresa com caixa dois.

Além de viver fugindo da fiscalização, uma empresa que não é formalizada pode perder várias opotunidades de fomento. As empresas têm que declarar tudo e pagar impostos. Só assim todos saberão que ela existe, e só assim poderá ser vista por entidades financiadoras.

9. Não contratar (nem investir) bons funcionários


Na hora de formar uma equiopa para a sua empresa, procure pessoas que gostem de pessoas, com espírito de equipa, que sabem trabalhar em grupo. Selecionar melhor os colaboradores e não ter medo de demitir um funcionário que não adere ao ideal da empresa é importante em qualquer empresa.

Depois de ter uma equipa formada deve começar a investir em treinamentos e condições favoráveis de trabalho. É extremamente importante valorizar o funcionário. A empresa pode ter muitos funcionários, mas, se não há um mínimo de condições eles não são produtivos.

10. Não ter visão crítica


É preciso olhar para os pontos que são críticos em todo o negócio. O primeiro parece óbvio, mas precisa de atenção: o lucro. É preciso calcular muito bem o custo, saber o que está a pagar em impostos e também averiguar se a margem de lucro vale a pena.

Ter informações sobre os produtos, sobre o atendimento e sobre os consumidores é essencial para elaborar estratégias empresariais. É importante ter a área de processos bem desenhada. Neglicenciar os processos e a informática, que serve de apoio, é um erro complicado.

Além disso, deve também estar atento a indicadores precisos do seu setor de atuação. Por exemplo, se a sua empresa trabalha com importações, é preciso fiscalizar diariamente qual é a cotação do dólar americano.

11. Apresentar uma imagem má do negócio


Há empreendedores que divulgam a empresa de uma forma muito errada: enquanto alguns supervalorizam os serviços e não cumprem o que prometem, outros não mostram o grande potencial que o negócio tem, com medo de gerar uma expectativa grande nos clientes ou investidores.

Na hora de fazer a divulgação da sua empresa, aprenda a dosear. Essa dose deve ser proveniente do plano de marketing, ou seja, de estratégias de divulgação adequadas ao público, que deve ser coerente com a valorização da empresa.

12. Desesperar


Seja por uma falta de preparação ou por desequilíbrio emocional, muitos empreendedores sofrem de insegurança. Isso prejudica a tomada de decisões no negócio e afeta os funcionários, que podem até pensar em pedir as contas diante da instabilidade.

Mas como evitar a ansiedade? Tenha informações e não queira abraçar o mundo. Quanto mais informação o empreendedor tiver em relação à sua empresa e mercado, mais seguro ele ficará. Ele também deve entender o seu perfil; se ele não é bom em algo, deve contratar um especialista que viabilize a tarefa.

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