segunda-feira, 1 de setembro de 2014

5 Fatos científicos sobre a procrastinação

12:15

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5 Fatos científicos sobre a procrastinação
Terminar um trabalho de fim de curso horas apenas antes do prazo final. Adiar uma ida ao supermercado até a geladeira estar completamente vazia.

Assistir a um, dois ou até três capítulos de um programa de TV até finalmente desligar e dar a noite por encerrada.

Todos nós procrastinamos de uma maneira ou outra, escolhendo prazeres fáceis em vez de tarefas mais necessárias ou realizadoras, dizendo a nós mesmos "ainda posso fazer isso amanhã" – ou depois de amanhã, ou no dia seguinte...

Mas há muito mais ciência por trás da procrastinação do que você talvez imagine. Nos últimos anos, psicólogos e pesquisadores de todo o mundo andam a perguntar o que há na mente humana que nos leva a adiar coisas que, na realidade, podem ser muito importantes para nós.

Conheça cinco fatos que a ciência já descobriu sobre a procrastinação e que podem ajudá-lo a visualizar as suas prioridades com mais clareza.

Algumas pessoas procrastinam mais que outras


Algumas pessoas têm predisposição genética a adiar as coisas. Pesquisadores da Universidade do Colorado em Boulder descobriram que algumas pessoas tendem mais do que outras a ceder à tentação quando uma nova distração se apresenta.

Do mesmo modo, algumas pessoas apresentam mais tendências impulsivas. As pessoas que agem impulsivamente deixam a sua atenção ser desviada mais facilmente por coisas que acham que lhes darão mais prazer a curto prazo, o que as leva a adiar coisas para mais tarde.

A procrastinação é prazerosa, até deixar de o ser


Todos sabemos que o resultado final da procrastinação é uma sensação de pânico, ansiedade e exaustão absoluta indesejável, mas a injeção de prazer de curto prazo que proporciona leva-nos a procrastinar sempre mais uma vez.

Isso é explicado por uma pequena dose de dopamina que percorre o cérebro – uma recompensa química prazerosa inspirada por aquele vídeo do Youtube ou aquele questionário de personalidade, irrelevante para sua vida mas que é tão divertido.

O processo decisório do cérebro é uma guerra constante


O córtex pré-frontal é a parte do cérebro responsável por receber informações e tomar decisões. Essa é a parte do cérebro que realmente diferencia os humanos dos animais, que são simplesmente controlados por estímulos.

Mas esse processo de tomada de decisões é voluntário. Se não temos consciência do momento ou não estamos concentrados na tarefa à nossa frente, o nosso sistema límbico começa a dominar. Como resultado cedemos ao que nos dará mais prazer, que geralmente é a procrastinação.

A procrastinação é a quebra do autocontrole


Uma falta de autocontrole leva os procrastinadores a ter problemas quando se trata de concluir tarefas, mesmo algumas das tarefas mais simples e básicas. Essa falta de autocontrole também está ligada a tipos específicos de procrastinação.

Pesquisas da Universidade de Utrecht, na Holanda, cunharam recentemente o termo "procrastinação da hora de dormir", afirmando que as pessoas que são mais propensas a aidar coisas mostram a mesma tendência ao adiarem o momento de ir para a cama.

Resistir à procrastinação é possível


A procrastinação muitas vezes deve-se aos nossos sentimentos ambíguos ou negativos em relação a determinada tarefa – podemos estar intimidados, com medo de falhar ou com falta de interesse. Com isso, vemos as tarefas como coisas a ser superadas, em vez de vividas ou realizadas.

Cada vez mais, os psicólogos e consultores de gestão de tempo estão a focar-se numa estratégia nova: ajudar os procrastinadores a ver como as tentativas de melhorar o seu estado de humor estão a sabotar os seus esforços e aprender a regular as emoções de maneiras mais produtivas. [info]

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